Pelos pulmões que o ar empurra
Sai a tua tremula voz que sussurra
Quase não movimenta os moinhos
Mas podem levar a novos caminhos
Apenas preencher o infinito pela metade
Pelas portas das salas e quartos que entrei
Viver simples a vida como um nômade
Telegrafando e fotografando onde parei
Sentimentos de um poeta de vanguarda
Ao transcrever mudas palavras inova
Sobre todos os alentos a pessoa amada
Ao reproduzir na calma de bossa nova
Assim prováveis doces desejos carnais
Manipulados para saciar o ego e a alma
Adquiridos das vontades de mortais
Que causalmente terminam na cama
Sofro muito disso...
ResponderExcluirSonhos diferenciados, sentimentos que não são nada compatíveis com o momento.
Enfim, belíssimas palavras.
Abraços
belas palavras cara, muito bom o poema
ResponderExcluirparabéns