quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Teus Olhos.

Por aquele que vê em teus olhos

Enxergou mesmo cego pela luz

Em seu pescoço: um colar e a cruz

Seu olhar e mais alguns conselhos


Pediu mais corpos e sinergismos

Mais amantes de suas loucuras

Outros doentes atrás de suas curas

Seduzidos pelos seus mimetismos


Se não houvesse gravidade atraente

Seus olhos e globos azuis ou verdes

Puxariam-me aos poucos facilmente


Trata-se da vaidade que nunca senti

Olhares e conselhos que perpetuam

São mistérios assim guardados por ti

Um comentário:

  1. Confesso que não estou totalmente habituado a ler sonetos em versos livres, sim, sou meio tradicionalista rsrs. Contudo, aplicou um bom ritmo ao seu poema, uma temática leve mas que se apresenta de modo bastante inteligente, muito bom!

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