terça-feira, 24 de novembro de 2009

Uma dose em teu copo

Uma dose em teu copo

Olhar alem do teu corpo

Desmembrar a sua mente

Saciar boca que fala e sente

A noite e doses aumentam

Como todas as variâncias

Todos hormônios exalam

Respostas às suas ciências

Doses: reforços cronológicos

Sangue de memórias remotas

Repetidas palavras para locos

Sublinha em suas linhas tortas

Argumento na base do dia após

Erguer uma dose para nós

Por fim brindar, cantar e viver

Pois o dia acaba de nascer

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Desapareceu ao longe

Desapareceu ao longe
Deixou meus abraços
Quem será você?
Sombra da luz
Não separas do ser
Não foge da cruz
Desapareceu a luz
Dos Abraços
Dos Espaços
Apareceu com a luz
Enquanto carrego a cruz
Dos Abraços
São Escassos
Separastes do simples
Ao que acha complexo
Para estrelas do céu
Em caminhos, contemples
Não apareceu
Desapareceu ao longe

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Apenas olhos.

Me represente o que faz

Me apresente o que és

O que dos olhos são fies

O que tua mão traz


São rosas de vermelho

Ou são vermelho das rosas

São imagens de espelho

Ou são espelhos das nossas


Vidas, duvidas e outras coisas

Acordar, dormir e respirar

Batimentos daquelas asas

Da liberdade de enxergar


Das cores nos olhos

Que mudam de cor

Que mudam o humor

Que são apenas olhos