terça-feira, 24 de novembro de 2009

Uma dose em teu copo

Uma dose em teu copo

Olhar alem do teu corpo

Desmembrar a sua mente

Saciar boca que fala e sente

A noite e doses aumentam

Como todas as variâncias

Todos hormônios exalam

Respostas às suas ciências

Doses: reforços cronológicos

Sangue de memórias remotas

Repetidas palavras para locos

Sublinha em suas linhas tortas

Argumento na base do dia após

Erguer uma dose para nós

Por fim brindar, cantar e viver

Pois o dia acaba de nascer

2 comentários:

  1. ah cara!!!
    ja nao sei mais oq dizer... rsrs
    adoro suas poesias!!!
    lerei sempre
    aparece mais vezes lá no Conto ;)
    abraços!

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  2. "E se a vontade pudesse ir além das palavras.Tocar e sentir tudo isso, assim deve ser fascinante.Não acha?Belíssimo.Estonteantemente envolvente...Musical (já disse isso)..."
    att: Claudinha

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